Happy valentine's Day!
O dia estava frio e cinzento, Maya passeava pela cidade para comprar a prenda do dia dos namorados para o seu marido. Vestia umas botas de salto alto, uns jeans bem justos e um casaco da moda.
Entrou em várias lojas à
procura do presente ideal para o homem da sua vida estava exausta e já sentia a
cabeça a latejar, sentou-se para beber um café.
Passados uns minutos veio
o empregado, um homem moreno, alto e bastante musculado, Maya conseguia ver o
seu corpo definido debaixo da camisa branca e justa que ele vestia. Instantaneamente,
começou-se a imaginar a lamber aquele corpo e como seria sentar em cima do seu
sexo.
Isto tudo passou como uma
flecha na cabeça quando foi interrompida por ele quando este lhe perguntava
pela segunda vês o que desejava.
Maya voltou à realidade e
com os olhos em chamas pediu um café.
- Um café forte por favor
– repetiu ela sentido o empregado a comê-la com os olhos.
Quando o café chegou,
Maya agradeceu esboçando um sorriso bem maroto.
Ao pôr a chávena à boca
reparou que no pires vinha um pedaço de papel dobrado. Abriu-o. “Saio daqui a
15 minutos. Se estiver interessada em beber um café encontre-me lá fora”.
Maya ficou ainda com mais
tesão, bebeu o café pagou a conta e saiu.
Quando meteu os pés na
rua viu-o em cima de uma mota à espera dela. De uma forma muito sexy caminhou até
ele, meteu o capacete e sentou-se em cima da mota sem trocarem uma palavra.
Louis arrancou e Maya abraçou-o
para não cair. Depois de se sentir segura e de estar tão excitada por agarrar
aquele corpão meteu as mãos dentro das calças dele, sentiu-lhe o sexo grande a
querer saltar fora das calças.
Chegaram ao Motel, nada
conversaram, sentia-se a eletricidade daqueles dois corpos no ar. Eles precisavam
daquilo, de se sentirem um no outro, daquela luxúria.
Maya estava a pegar fogo
e via o fogo nos olhos dele também, seguiu na sua direção e enquanto ele tirava
a camisa lentamente começou a beijar o seu peito firme e musculoso foi descendo
até chegar às calças. Estava louca para fazer o seu pénis, abriu-lhe o fecho
das calças e tirou-o (“foda-se, que grande!” - pensou ela), rapidamente começou
a lambê-lo, primeiro bem devagar, passando a língua na cabecinha daquele pau
grande e enfiando-o logo de seguida na boca. Começou a chupá-lo mais rápido e
sentia o pénis de Louis a ir até a sua garganta e a vir. Tanto que ela o chupou
que ele se veio na boca dela e esta, sem dó nem piedade engoliu tudo até à
última gota.
Foram para o banho, agora
era a vez dela se vir.
Entraram e começaram a
sentir a água quente e escorrer-lhes pelo corpo em brasa. Louis deu-lhe uma
palmada no sexo fazendo Maya gemer. Ele baixou-se até a sua cabeça ficar entre
as pernas dela e com a sua língua quente começou a fazer movimentos circulares
no seu clitóris. Estava a ser tão bom e Maya estava com tanto tesão que
rapidamente se veio para a boca dele.
Foram para a cama, ele
continuou a lambê-la, metendo um dedo dentro dela fazendo-a gemer bem alto e de
seguida juntou outro dedo à festa fazendo-a contorcer-se debaixo dele e
implorando-lhe para que ele se metesse dentro dela.
Louis pegou nela e sentou-a
no seu colo. Encaixaram perfeitamente e Maya começou a subir e a descer em cima
dele num frenesim louco. Cavalgar naquele homem com um sexo daquele tamanho era
intenso ela sentia cada extremo dele a entrar e a sair dela.
Antes que Maya atingisse
o orgasmo, Louis pegou nela e meteu-a de quatro dizendo que se queria vir nela.
Ela não se preocupou nada, toda ela era fogo, tesão. Louis enfiou o seu pénis
com tanta intensidade dentro dela que Maya atingiu o orgasmo. Ele não parou, agarrando
e puxando-lhe o cabelo acompanhando com umas palmadas no rabo continuou as suas
investidas fortes e cada vez mais aceleradas dentro dela. Maya não parava de
ter orgasmos. Maya já estava a perder as forças nas pernas e Louis continuava a
fodê-la forte e gostoso atingido o orgasmo dentro dela.
Deixaram-se cair na cama,
Louis pegou no telefone:
- Dois cafés fortes para
o quarto 14!

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