Saudade!




Era um sábado ensolarado quando ele me veio visitar.
A ansiedade que as saudades me causavam arrepiava-me dos pés ao último fio de cabelo. Essa história de que os relacionamentos à distância são lindos é tudo treta. As saudades são uma merda, mas quando se encontra alguém que valha a pena até a saudade me parece aceitável. E é por isso mesmo que, naquele sábado, estávamos os dois ali, de frente um para o outro a olhar-nos com carinho e desejo.
Antes dele vir, decidi que íamos para um motel para ficarmos mais à vontade. Pesquisei os motéis da cidade, escolhi aquele que se encaixava no nosso gosto e reservei, queria que aquela noite fosse perfeita.
Fomos até minha casa para me arranjar. Tranquei-me no quarto enquanto ele esperava impaciente por mim na sala.
Vesti um espartilho preto e umas cuequinhas de renda, umas calças, umas botas de salto alto e, por fim, uma camisa transparente para ele ver o que usava por baixo e provocá-lo intencionalmente. Quando saí do quarto, vi o desejo no olhar dele.
Saímos e fomos para o motel.
Quando chegámos, deixei-o no quarto e fui encher a banheira. Quando saí ele já estava a tirar a roupa. Aaah as saudades que tinha de vê-lo nu. Acompanhei e tirei a minha roupa, deixei apenas o espartilho para ele me poder ver daquela maneira por mais um tempo.
Com o olhar carregado de desejo e safadeza, pediu-me que me deitasse na cama. Assim o fiz.
Começou a percorrer o meu corpo com a língua, com tanta vontade que me contorcia de tanto tesão, ainda mais, quando ele passou a ponta da língua no meu clit.
Lambia a meu clitóris enquanto tentava decifrar a minha expressão e percorria o meu corpo ao de leve com as pontas dos dedos.
Parou de me chupar e numa fração de segundos colocou as minhas pernas nos seus ombros e penetrou-me com tanta força que a minha vontade era gritar de tanto tesão.
Estava toda molhada e ele continuava a penetrar-me com toda a força.
Quanto mais eu gemia, mais ele se metia dentro de mim, apertava os meus peitos e beliscava os meus mamilos.
As minhas pernas já estavam a fraquejar quando decidimos fazer uma pausa para comer alguma coisa. Precisávamos de força para aguentar as quinze horas que ainda tínhamos para ficar naquele quarto.
Depois de comermos fomos para a banheira onde ficámos a admirar um ao outro. Ele chegou perto de mim e começou a brincar com os dedos no meu clitóris. Eu, como não gosto de ficar parada, comecei a massajar o pau dele com a minha mão. Já estávamos tão excitados que tivemos de sair daquela banheira depressa e ir para a cama. Pedi-lhe para meter uma música bem sexy, era a minha vez de entrar no comando.
Fi-lo deitar-se e desci até ao seu sexo. Estava a morrer de vontade de o chupar. Abocanhei aquele pénis delicioso com tanta vontade que ele se contorceu de tesão. Comecei a chupar-lhe só a cabecinha, rodando a língua, alternando entre movimentos lentos e rápidos, repetidas vezes. Quando o senti completamente excitado, desci com a boca sobre todo o seu sexo e comecei a chupá-lo com força, rápido acompanhando o movimento da boca com o das mãos e encarando-o. Ele olhava para mim com um sorriso enquanto mordia o lábio e soltava pequenos gemidos deliciosos de se ouvir.
Continuei a chupá-lo até que decidi sentar-me nele. A minha vagina já estava a implorar por aquilo.
Meti a cabeça do pau dele dentro de mim e comecei a rebolar devagar, depois sentei-me até senti-lo todo dentro de mim. Comecei a mexer-me em cima dele cheia de vontade. Agarrei-me aos ombros dele e fiz movimentos para trás e para frente, olhando nos olhos dele, até que comecei a contrair a minha vagina para deixá-la mais apertadinha. Ele sorriu e disse:
- Isso é maldade!
Quando o senti a contorcer-se todo para se vir, levantei-me. Sentei-me de costas para ele e rebolei lentamente em cima do pénis dele. Sentei-me um pouco mais até o enterrar todo dentro de mim e subi e desci com rapidez várias vezes. Olhava para ele pelo espelho que estava no teto e via-o a revirar os olhos tal era o prazer que estava a sentir naquele momento. Agarrou-me as mãos, penetrou-me com tanta força, rapidez e vontade que atingi o orgasmo. As minhas pernas começaram a perder a força e o meu corpo tremia por todo o lado, mas ele não parou, continuo a investir em mim cada vez mais forte e mais rápido, até que acabou por se vir.
Deitámo-nos a descansar cerca de cinco minutos e comecei a senti-lo a dedilhar no meu clitóris.
Ele é insaciável.
Estava outra vez completamente molhada, cheia de tesão, quando senti a língua dele no meu sexo.
Eu ainda estava a recuperar do orgasmo e ele resolveu fazer pouco de mim e fazer-me contorcer toda e gemer bem alto. Ele chupava o meu clit com tanta vontade e ousadia que me vez vir outra vez e não parou enfiou dois dedos dentro de mim e passou a língua por toda a minha vulva até me fazer atingir o orgasmo mais uma vez.
Game over para mim!
Capotámos os dois. Estávamos exaustos e moles, dormimos umas três horas. Quando acordámos… acham que acabou? É claro que não! Afinal, tínhamos apenas começado…

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