Carta ao colega
Caro
colega,
Escrevo-lhe
esta carta para lhe dizer o quanto me tira do sério. Não aguento mais masturbar-me
enquanto penso em si. Desde que entrei neste
departamento sinto o cheiro do tesão entre nós.
Trabalha
numa mesa ao lado da minha e, mesmo que só o consiga observar pelo canto do
olho, consigo ver cada movimento seu. Todas a vezes que se levanta os meus
olhos vão, automaticamente, para o seu sexo que é nitidamente marcado quando veste
aquelas calças um pouco mais justas.
Naquele
dia, na primeira reunião em que estivemos juntos, apercebi-me que estava,
constantemente, a ajeitar o seu membro. Será que estava a olhar para o meu
decote e, por isso, ficou de pau duro a meio da tarde?
Sonho
consigo de segunda a sexta. O colega a vir em direção à minha mesa, a trancar a
porta, a abrir as calças para soltar o seu pau duro das suas calças apertadas.
Imagino que chega perto de mim, duro, com um olhar brilhante e com uma respiração
que transmite desejo.
Imagino-me
a chupar-lhe o sexo, a deixá-lo ainda mais duro e com as veias a pulsar de
prazer.
Deita
tudo o que está na minha secretária para o chão, coloca-me sentada, afasta-me a
cuequinha e começa a foder a minha vagina que implora pelo seu pau.
Sinto-o
a lamber os meus peitos, a morder os meus mamilos e a perder-se no meio dos meus
seios que, certamente, já foram motivo do seu desejo. Os meus gemidos começariam a
ficar mais altos e o colega colocava a mão na minha boca de forma a sufocar o
meu prazer e fazendo com que sentisse apenas as investidas do seu pau.
Sabe
o que imagino mais?
Imagino-o
a deitar-me de barriga para baixo em cima da secretária, levantando ainda mais
a minha saia apertada e a tirar as minhas cuecas com a boca. Começa a lamber o
meu sexo, deixando-me toda vermelha por causa da sua barba. Depois de me deixar
quase a explodir, introduz um dedo dentro de mim e com o polegar começa a masturbar-me.
Deixa-me toda molhadinha à espera que meta o seu pénis dentro de mim. Senta-se na
minha cadeira e eu sento-me no seu pau duro e grosso, bem devagar, para sentir
cada centímetro dele. Começo a rebolar em cima dele e sinto-o a entrar e sair
de dentro de mim. Sinto-me quase a atingir o orgasmo e peço-lhe que o meta dentro
de mim com mais força e rapidez, cada vez mais forte ao ponto de me deixar toda
suada e sem controlo sobre a respiração.
E,
por fim, imagino-me a vir-me com o seu sexo dentro de mim enquanto sinto o seu
esperma a escorrer-me pelas pernas.
Depois
de tudo o que aconteceu na minha imaginação, estou completamente molhada e à
sua espera.
Reunião
dentro de cinco minutos na minha sala. Venha de pau duro porque temos muito
para conversar.
Atenciosamente,
A
sua colega.

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