Espero ter-te novamente!




Era o último dia daquela viagem.
Decidi ir para o bar do outro lado da rua, beber uma água e conversar com o pessoal. Ia embora no dia seguinte. Estavam todos reunidos ao fundo do bar. Comprei a água e juntei-me ao grupo que conheci na festa do dia anterior.
Foi naquele instante que ele apareceu. Cumprimentou toda a gente da roda, eu inclusive. Sentou-se ao meu lado e, depois de um sorriso e umas trocas de olhares mais intensa, começámos a falar.
Conversámos sobre a vida, viagens, histórias engraçadas.
O toque entre os nossos braços a cada reação já era constante. A música ficou mais agitada e fomos para a pista.
Chegou perto de mim, puxou-me pela cintura, aproximou o rosto dele do meu e quando os nossos olhares se cruzaram beijámo-nos intensamente. Meti a mão na cintura dele e continuámos a dançar. A coisa aqueceu, com leves chupões no pescoço e mordidas na orelha. Arrepiava-me a cada beijo. Puxou-me para um canto e perguntou-me:
- Vamos sair daqui?
A resposta foi imediata: agarrei-me ao pescoço dele, dei-lhe um beijo e um sim convicto. Saímos nesse mesmo instante.
Começámos a subir a escada do hostel. Ao chegarmos ao meu quarto, lembrámo-nos que o quarto era partilhado. Num pensamento rápido, uma vez que havia pessoas a dormir, entrámos silenciosamente na casa de banho e fechámos a porta.
Logo de seguida, apalpou o meu rabo e encheu-me de beijos enquanto eu arranhava as costas dele. Pegou-me ao colo e sentou-me na borda do lavatório. Desceu-me a parte de cima do vestido e chupou-me os seios lentamente, com mordidas leves nos mamilos.
Foi descendo, arredou-me as minhas cuequinhas para o lado e começou a passar a sua língua quente pelo meu sexo. Gemi alto!
Tapou-me a boca com uma mão e comecei a chupar-lhe os dedos de olhos ainda fechados.
Tirou-me de cima do lavatório deixando-me de pé.
Desabotoei-lhe os botões da camisa um a um e comecei a beijá-lo até chegar às suas calças. Desabotoei-as, tirei-lhe os boxers e fiz-lhe um broche enquanto lhe batia uma.
Foi sensacional.
Estava quase a vir-se quando…
Tirou o pénis da minha boca, levantou-me, virou-me de costas, puxou os meus cabelos para que o meu ouvido ficasse perto da sua boca e ao mesmo tempo enfiou o pau dentro de mim.
Estava completamente molhada.
Não conseguia conter os gemidos e já não me importava se havia gente a dormir.
A cada investida sentia a pele dele a arrepiar-se.
Mudámos de posição. Sentei-me de costas em cima dele. Comecei a rebolar em cima do seu sexo, enquanto ele me massaja o clitóris.
As minhas pernas começaram a tremer, apertei uma mama com uma mão e arranhava o braço dele com a outra. Foi nessa intensidade entre penetrações que me vim.
Depois, ajoelhei-me aos pés dele, meti o pau dele na minha boca e pedi-lhe que se viesse dentro dela quando percebi que ele estava quase a atingir o orgasmo.
Ficou maluco!
Veio-se e ficou a olhou para mim, enquanto me limpava os cantos da boca com o polegar, passava-o pelos meus lábios e eu chupava-o lentamente.
Vestimo-nos e saímos a rir, suados e descabelados, com a sensação de que aproveitámos cada momento juntos, mesmo tendo sido apenas naquela noite.
Voltámos para o bar e curtimos até fechar.
No dia seguinte, embarquei de volta para casa e, mesmo sabendo que ele era de longe, deixei-lhe na porta do quarto um bilhete apenas com quatro palavras:
Espero ter-te novamente!

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