Me niego
- Não o consegues levantar! – dizia-lhe ele a provocá-la.
Ela sabia que conseguia e não precisava de fazer muito.
- Senta-te aqui quero ver – continuava ele.
Ela não o iria fazer, sabia onde aquilo podia acabar.
Passado um tempo levantaram-se para se irem embora, mas a coisa do
outro lado ainda estava demorada, sentaram-se num banco e ela lá se sentou no
colo dele. Sentia a sua mão a percorrer-lhe a costas, mas não o podia deixar
avançar, ela ainda tinha uma viagem pela frente e ele ia lá ficar, não fazia
sentido nenhum. Despediram-se e ela foi-se embora.
Tiveram mais uma semana de aulas pela frente e chegou, novamente, o
fim de semana. Tinha ficado combinado irem sair, mas o pessoal cortou-se, sobraram
eles os dois. Decidiram então ir beber um café os dois.
Tiveram uma boa conversa como ela nunca pensou que ele podia ter e regressaram
a casa. Ainda tinham algum tempo até Tiago ter, realmente de regressar a casa,
então Matilde decidiu levá-lo a um dos sítios da cidade com boa vista para o castelo.
Estacionou e lá estavam eles a olhar para o castelo.
Tiago tirou o cinto, virou-lhe o rosto para ele e beijou-a. Matilde
pensava ‘são só uns beijos, que mal tem, ele pensa que o benfica joga em casa’.
Foram para o banco de trás para estarem mais confortáveis. Tiago apalpava-lhe
os seios enquanto a beijava. Dali não passava, pensava Matilde.
Começaram a sair pessoas de um lado qualquer e pararam. Ela estava a
gostar do facto de estar a surgir gente e começou a tocar-lhe no sexo, não
precisou de fazer muito para aquilo levantar, metade do trabalho já estava
feito. Tiago incomodado por estarem a surgir pessoas e a pensar na
possibilidade de serem apanhados não a deixava avançar, mas aquilo dava bastante
pica a Matilde.
As pessoas desapareceram. Estavam sozinhos outra vez. Matilde
baixou-se e meteu o sexo de Tiago ligeiramente na boca, levantou-se e sentou-se
no colo dele. Beijavam-se, mordiam-se… Matilde não estava a aguentar… estavam
ali a “esfregar-se” um no outro e aquilo estava a dar-lhe grande tesão.
- Não estou com o período – disse-lhe Matilde ao ouvido.
Foi como se tivesse dado um brinquedo a uma criança. Tiago deu um pulo
ao banco da frente e tirou um preservativo. Despiram-se e ela sentou-se em cima
dele, penetrando-se.
Depois de algum tempo sem sexo, foi fácil para ela vir-se a primeira
vez.
Matilde continuava para cima e para baixo no colo dele, mas depois do
primeiro orgasmo estava a perder as forças.
- Muda de posição – pediu-lhe ela.
Deitaram-se, ela por baixo.
Tiago penetrou-a violentamente e ela soltou um gemido um pouco mais
alto. Tiago investia nela com toda a força enquanto a beijava e fazia dos seus
mamilos um joystick.
Ele aumentou a velocidade com que a penetrava e masturbava-a ao mesmo
tempo.
Vieram-se os dois, mas Matilde ainda conseguia atingir o orgasmo outra
vez.
- Não pares – disse Matilde quase sem fôlego a Tiago.
E mesmo depois de se vir, Tiago não parou.
Enfiou-lhe os dedos e movimentou-os a alta velocidade para dentro e
para fora, masturbava-lhe o clítoris, enfiava mais um dedo e não parou até Matilde
atingir o terceiro orgasmo.
Parecia que tinham acabado de correr a maratona. Abriram a janela,
fumaram um cigarro e seguiram viagem.

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