Quente, muito quente!
O fim de semana estava à porta, Leonor mal podia esperar que Vasco chegasse do trabalho para irem passar o fim de semana que ele tanto preparou em segredo.
“Preparada para o nosso fim de semana? Chego a casa dentro de dez minutos” dizia a mensagem que Vasco lhe tinha acabado de enviar.
“Não sei ao certo o que levar para vestir?!”, respondeu ela na tentativa de conseguir obter algum tipo de informação.
“Prefiro ver-te sem roupa”
“Engraçadinho. Vou levar um pouco de tudo”
“Tu é que sabes ;) por mim não precisas de levar nada. Estou quase a chegar”
Minutos depois toca o telefone
- Estou?! – atendeu Leonor.
- Estou aqui em baixo, podes descer.
- Então e não levas roupa?
- tenho tudo controlado!
Leonor desceu, entrou no carro, deu-lhe um beijo no canto da boca, meteu o cinto e fingiu-se de amuada na expectativa de ele finalmente lhe dizer onde iam. Vasco apercebeu-se do jogo dela, colocou a mão por cima da perna dela e disse-lhe:
- Boa tentativa amor, mas não vai resultar – riu-se e viu um sorriso desenhar-se nos lábios dela.
Passado uns bons quilómetro...
- Onde vamos? – perguntou Leonor baixinho, olhando pela janela do carro.
- Já vais ver – respondeu ele, mudando de direção.
À frente deles apareceram campos secos e areias douradas. O sol impiedoso, abateu-se sobre eles quando pararam o carro. Saíram e Vasco disse-lhe num tom que mais parecia uma ordem:
- Despe-te!
Leonor arquejou. Ele ia fazê-la andar naquele deserto escaldante? Foi como se tivesse sido atingida por um mar de chamas ao sentir aquele calor todo na pele agora sem nenhuma peça de roupa.
- Anda – disse ele, outra vez, conduzindo-a em direção a uma tenda branca depositada no meio do nada – deita-te!
Leonor obedeceu.
Com o corpo completamente suado, deitou-se nos lençóis de cetim.
Os lábios deles encontraram-se quando Vasco se inclinou para ela. O beijo era gelado e Leonor encolheu-se.
- Não te mexas – pediu Vasco tirando o cubo de gelo da boca e passando-o pelo corpo dela que ardia. O contraste era surpreendente... e de um erotismo intenso.
Vasco passou-lhe o gelo pelos mamilos, endurecendo-os, ao mesmo tempo que os apertava com os dedos quentes, fazendo-a gemer.
Circundou-lhe o umbigo com o gelo e continuou a descer.
- Estás a ferver querida. Vamos lá ver se conseguimos arrefecer-te.
Leonor abriu as pernas, ansiosa pelo toque gelado e gemeu quando o sentiu. Vasco agarrou o cubo com os dedos e segurou-o junto ao clitoris dela enquanto lhe passava a língua quente pelo mesmo. Leonor estava a adorar aquela sensação de quente e frio, contorcia-se toda por baixo dele, agarrou os lençóis com força e veio-se.
Vasco mandou o que restava do cubo de gelo para fora da tenda, fechou a porta, e sentou-se.
Agarrou em Leonor e sentou-a em cima dele.
Ela ainda atordoada e de olhos fechados, depressa encontrou os lábios dele e beijou-o fervorosamente.
‘Vamos ficar por aqui’ pensou ela, que tinha ficado exausta com aquele orgasmo.
Em vez disso, ele agarrou-lhe a ancas com força e penetrou-a.
Aquela posição era o ângulo perfeito para ela o sentir todo dentro dela.
Leonor enrolou-se no pescoço dele conseguindo sentir o sexo dele a tocar-lhe em todos os pontos do sexo dela.
Vasco mordia-lhe os mamilos e aumentava a velocidade das investidas nela.
Leonor inclinou as costas um pouco para trás enquanto Vasco a masturbava e a penetrava.
Naquela mistura de calor, suor e gemidos, Vasco foi com tudo e vieram-se os dois.
Exaustos.
Deitaram-se e adormeceram.

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