Prazer feminino?!



- Sou muito mais do que aquilo que sabes de mim - dizia-lhe Marcos.
- Pois a mim pareces-me ser igual a tantos outros homens que por aí andam - disse-lhe Margarida - tu és mandão, gostas sempre de tudo à tua maneira, não te preocupas com os outros, só contigo.
- É essa a imagem que tens de mim?
- Pelo menos é o que trespassas.
- Pois estás enganada. Preocupo-me bastante com os outros, principalmente com as mulheres.
- Com as mulheres?
- Sim, gosto que se sintam bem comigo.
- Duvido. Não parece que te preocupes com a outra pessoa, seja a que nível for.
- E porque é que não tiramos as dúvidas? - perguntou-lhe Marcos
- Sempre quero ver isso.
- Café, amanhã às 22h pode ser?
- Por mim, tudo bem. - respondeu Margarida.

Já estava perto da hora de se encontrar com Margarida.
Marcos arranjou-se todo, saiu de casa e foi ter ao sítio combinado.
Margarida começava a estar nervosa, nunca tinha pensado em estar com Marcos de maneira nenhuma. Não sabia o que esperar daquela noite. Mas porquê os nervos, afinal era só um café.
Chegou a hora combinada, Margarida já tinha encontrado Marcos. Sentaram-se, pediram café, conversaram e riram. Marcos fez com que Margarida descontrai-se e fica-se à vontade com ele, meteu-lhe a não na perna e perguntou:
- Ainda tens a mesma imagem de mim?
Ao qual Margarida respondeu:
- Nao é em uma hora que eu vou mudar a minha opinião. Para mim, continuas a pensar só em ti.
- Isso vai ter de mudar. Vamos sair daqui.
- E vamos para onde?
- Sugere tu.
- Bem podemos ir para minha casa, lá estamos mais sossegados e está menos frio.
- Por mim tudo bem. Sigo no carro atrás de ti. Até já.

Chegaram a casa de Margarida, sentaram-se, ela pôs uma música ambiente, abriu um vinho e continuaram a conversar.
- Não percebo porque é que só pensas coisas más de mim. - disse Marcos.
- Porque é o que demonstras de ti no dia a dia.
- Gostava de mudar a tua opinião e, realmente poderes ver o quanto me preocupo com os outros. - ao dizer isto, Marcos aproximou-se de Margarida, meteu-lhe a mão na perna e beijou-a. Margarida não o parou e deixou-se ir. Sentia um frio na barriga.
Marcos começou a passar-lhe a mão pelo pescoço, pelos ombros, pelas pernas. Beijou-a no pescoço e inclinou-se para cima dela para que ambos ficassem deitados.
Margarida levou as mãos à camisa dele e começou a desabotoar-lhe os botões um a um, chegou ao último e dei-lhe um beijo no peito.
Ele levou a mão à coxa dela, levantou-lhe o vestido até este sair por completo. Levou a mão ao soutien dela, descobriu um dos seios e beijou-o, descobriu o outro seio e repetiu o gesto.
Prendeu-lhe as mãos acima da cabeça não a deixando tocar-lhe.
Tirou-lhe as meias, as cuecas, deixava beijos na barriga dela enquanto tirava as próprias calças.
Encostou dois dedos ao sexo dela, massajando-lhe o clitoris, até a sentir húmida o suficiente para o receber. Enfiou-lhe dois dedos, enquanto a beijava e continuava a massajar o clit com o polegar.
Estava pronta!
Agarrou no seu sexo e penetrou-a de uma só vez. Com tanta força que Margarida soltou um gemido.
De dor ou de prazer? Ele não soube decifrar.
Ficou a penetrá-la uma, dua, três vezes.... mordia-lhe o mamilo e ela gemia baixinho.
Começou a fodê-la com mais vigor... Marcos já suava por todos os lados e Margarida gemia à medida que ele aumentava a intensidade das penetrações. Ele começou a soltar pequenos gemidos e veio-se para cima da barriga dela. Margarida ainda não estava pronta para atingir o orgasmo.
Marcos deixou-se cair sobre ela. Margarida esperava que ele fizesse alguma coisa para que ela também atingisse o orgasmo.
Ele deu-lhe um beijo, levantou-se e perguntou:
- Foi bom não foi?
- Sim, sim - respondeu Margarida num tom irónico à espera que ele percebesse que ela não tinha ficado satisfeita como ele.
- Espero que possamos repetir - disse Marcos.
Margarida não disse nada. Ficou a olhar para ele que se vestiu e saiu.

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