Empregado comprometido - Parte II




Abri a porta lentamente. Olhei para trás e via a silhueta do seu corpo à entrada da varanda, ele observava-me. Avental. Boxers. Um olhar de desejo e uns lábios carnudos. O meu coração estava a mil. Nunca me tinha sentido assim. O que é isto? Paixão? Medo? Tesão?
Em passos lentos, aproximou-se de mim. Apoiou o joelho esquerdo entre os meus pés e beijou-me ao de leve na barriga. Arrepiei-me de uma ponta à outra do meu corpo. Podia sentir o perfume doce e delicado que ele usa.
Aproximou vagarosamente o rosto dele do meu. Senti a sua respiração e supliquei um beijo. Ele não é parvo sabe perfeitamente o que eu quero.
Sussurrou ao meu ouvido e encostou as mãos à minha cintura. Sorri. Primeiro beijou-me lentamente o pescoço, tirou-me com cuidado o cabelo que estava caído sobre o meu rosto e lambeu a minha orelha. Suspirei.
De repente, sinto-o a puxar o meu cabelo com mais força e a boca dele na minha cheia de desejo, a língua dele pela minha boca com violência. O melhor beijo que já recebi.
Enchemos a banheira e entrámos, continuámos a beijar-nos por algum tempo. Sentia um calor imenso, euforia, desejo, tesão. Lábios nos lábios. Língua na língua. Corpo com corpo.
Ele sentou-se e eu sentei-me à frente dele.
As mãos dele passeavam pelo meu corpo com delicadeza. Calor. Arrepio. Aqueles toques podiam excitar-me o dia todo. Depois de passar os dedos uma última vez pelas minhas costas e de me beijar o pescoço, senti a mão dele na minha coxa a passear em direção ao meu sexo. Arrepiei-me. Inclinou-me a cabeça para trás e senti os dedos dele dentro de mim. Estava molhada. Perfeita. Enfiou o dedo médio dentro de mim e gemi de prazer. Com movimentos leves, às vezes rápidos, penetrava-me com os dedos para a frente e para trás e acariciava o meu clitóris com o polegar. Gemia de prazer. Estava a adorar aquilo.
Virou-me de frente para ele. Levantou um pouco o meu rabo e lambeu a minha vagina. Gemi loucamente. Beijou os lábios, chupou o clitóris. Não me conseguia conter.
Segurei os ombros dele com força e vim-me.
Ele estava duro. Não sabia o que lhe fazer ali.
Quando lhe ia tocar ele levanta-se. Levanta-me e diz-me:
- Vamos para o quarto menina!


(continua)

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