Daddy's best friend



Hoje ele vem almoçar cá a casa.
Sim, ele, o melhor amigo do meu pai, aquele que me deixa com um brilho nos olhos só de olhar para ele. Se houve algum erro que cometi em 21 anos foi apaixonar-me por ele.
Tudo começou no dia em que fiquei sozinha em casa da minha mãe e deixei que ele lá fosse. Estávamos sozinhos, o ambiente aqueceu, e deixei que ele fosse o meu primeiro homem, depois desse dia, nenhuma foda me soube tão bem como todas as que mandei com ele. Ele não me merece é verdade, mas é ele que me dá pica, tesão, quero-o sempre que o vejo-o, odeio-o, mas ao mesmo tempo quero-o.
Hoje ele vem cá a casa almoçar com a minha família, três meses depois de ter casado vem cá, e pelo que sei, vem sozinho. Sinto-me nervosa e ansiosa, levanto-me tomo banho, visto o meu macacão vermelho, subo as escadas vou até à cozinha… sushi para o almoço, tem tudo para correr bem.
Oiço a campainha, é ele só pode ser ele, levanto-me do sofá para ir abrir a porta enquanto tento disfarçar o meu nervosismo. Abro a porta:
- Boa tarde – digo secamente, enquanto o vejo-o a ele e à mulher dele à porta de minha casa. O meu estômago encolheu, o meu coração engelhou-se.
Como é que ele é capaz de vir cá a casa e trazê-la? Como é que o meu pai não sabia que ela também vinha? Cumprimento os dois com um ar cínico. Dirijo-me para a cozinha e pergunto se é preciso ajuda, só quero sair dali e chorar. Não consigo almoçar com aqueles dois.
- Preciso que vás à garagem, buscar umas quantas coisas, se calhar vais ter de ir e vir duas vezes – diz a namorada do meu pai
- Coitada da rapariga deixa estar que eu ajudo – sim ele ofereceu-se para ir comigo buscar tudo o que me tinham pedido. Não sei se fique feliz por poder estar uns minutos sozinha com ele, ou se simplesmente, aproveito a ocasião para lhe dizer tudo o que sinto.
Saímos os dois de minha casa, ele pergunta como estou enquanto esperamos pelo elevador. Não tenho papas na língua e disse-lhe:
- Como queres que estejas se vens almoçar a minha casa e trazes aquela gaja contigo?
- Desculpa, não era previsto. Mas ela estava cá não a ia deixar sozinha, e o teu pai não se importou.
O elevador chegou, entrámos, clico no botão que vai para a garagem e vamos até ao 5º andar sem falar.
- Essa roupa fica a matar-te – diz-me ele.
Tento não lhe passar conversa, mas não resisto e solto um pequeno sorriso. Ele apercebe-se e para o elevador.
- O que é que estás a fazer? – pergunto
Ele agarra em mim, prende-me entre ele e o espelho do elevador e diz:
- Diz-me que não e eu paro já!
Tento soltar-me dele, mas não consigo, ele tem mais força que eu sem dúvida.
Prende-me mais contra ele e beija-me. Levanta-me, prende-me as pernas à cintura dele e continua a beijar-me, um beijo quente e longo. Sinto a mão dele a entrar-me pelo macacão e a agarrar-me a coxa. Ele começa a beijar-me o pescoço, tira-me uma manga, a mama do soutien e começa a chupar-me o mamilo, solto um pequeno gemido e ele tapa-me a boca para que ninguém nos oiça. Começo a senti-lo duro. Ele para de um lado e começa do outro. É mesmo bom naquilo que está a fazer. Estou a contorcer-me toda entre ele e o espelho, se faço muita força ainda parte. Solto as pernas da cintura dele. Beijo-o enquanto lhe desaperto o cinto das calças, ajoelho-me e levo o pénis dele à minha boca.
- Estou quase a vir-me – diz ele. E aperta o botão do elevador para ele descer enquanto eu continuo ali a chupá-lo.
Olho para ele como quem diz ‘estás parvo e se entra alguém’. Ele abana os ombros. Chegámos à garagem, ele senta-me em cima da bancada, tira-me o macacão enquanto eu lhe tiro a roupa, ajoelha-se e beija-me o sexo, enfia a língua dentro de mim, enquanto o polegar dele faz círculos no meu clítoris e a outra mão belisca o meu mamilo. Encosto as minhas mãos à cabeça dele, tiro-lhe os óculos e aperto-o com força junto a mim.
A mão dele desce do meu mamilo até à minha xaroca enfia dois dedos dentro de mim enquanto que a língua dele parece um furacão, ele aumenta a velocidade com que me penetra com os dedos e eu venho-me.
Ele levanta-se, tira o pénis dele para fora, e enfia-o dentro de mim, dá-me um beijo na testa e diz-me:
- Desculpa, nunca te quis magoar.
Às lágrimas começam a escorrer-me pela cara. Esta é a última foda que mando com ele, portanto que seja boa.
- Tá calado e beija - digo-lhe
Ele penetra-me com mais força e mais rápido enquanto os dedos dele masturbam o meu clitóris e vimo-nos os dois.
Vestimo-nos em silêncio. Agarramos no que viemos buscar. Subimos.
Não digo mais nada o tempo todo. Há um turbilhão de emoções dentro de mim, não sei se me ria por ela estar aqui e eu o ter fodido ou se chore por ser a despedida.
De uma coisa tenho a certeza, esta foi a última!

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