Daddy's best friend III
“Precisamos de
falar, estou cá em baixo à tua espera” recebo esta mensagem dele. Agora é ele
que está doido, sabe perfeitamente que não estou sozinha em casa e que é
difícil de sair.
“Estas tolo? O
meu pai está em casa”
“Anda lá até
parece que já não saíste à socapa mais vezes”
“Chato, pá”
Pus-me lá em
baixo em 10 minutos.
Vi-o no carro,
entrei e ainda mal eu tinha entrado já ele estava a arrancar.
Andámos cerca de
quinze minutos, nenhum de nós abriu a boca.
Sentia-me
inquieta por estar ali outra vez ao pé dele, sozinhos, pela terceira vez.
Quando é que me vou deixar disto? Só me fodo!
Parámos num sítio
onde não se passa nada. Ele desligou o carro virou-se para mim é diz-me:
- Temos de parar
com isto!
- E trazes-me até
aqui para me dizeres isso?
- Não querias que
falasse contigo à porta dos nossos prédios ou querias?
- Mandavas
mensagem.
- Não é por
mensagem que as coisas se resolvem - diz isto enquanto me ergue a cabeça e
ficamos olhos nos olhos.
Foi inevitável
não dá para olhar para ele e não sentir borboletas na barriga. Inclininámo-nos
os dois em direção um do outro e beijámo-nos. Enquanto me beijava senti a mão
dele a acariciar-me o seio, meteu-a por dentro da minha camisola e
acariciava-me.
Não podíamos
parar por ali, levantámo-nos e fomos para o banco de trás.
Tirei-lhe os
suspensórios, desabotoei-lhe a camisa, beijei o peito dele enquanto ele me
tirava a camisola e beijava os meus mamilos.
Não sei se esta é
a última, se é a despedida, mas vou aproveitar como se fosse.
Meteu a mão por
dentro dos meus calções e começou a masturbar-me, eu meti a mão por dentro das
calças dele e fiz o mesmo.
Estávamos os dois
no ponto.
Ele sentou-se no
meio tirou as calças por completo, tirou-me os calções e sentou-me ao colo
dele. Meti-lhe as minhas mãos em cima dos ombros e comecei a cavalgar em cima
dele. Enquanto ele me agarrava os seios e me beijava as partes do corpo a que
conseguia chegar. Ficámos naquilo durante um tempo, quando ele me pára,
prende-me contra o corpo dele e agora é ele que faz os movimentos todos.
- Isto é tão
errado, mas eu quero-te tanto - diz ele enquanto aumenta a velocidade com que
me penetra.
Procura os meus
lábios, beija-me, outro beijo quente, longo, gostoso e diz entre o nosso beijo:
- Temos de parar
com isto.
Soltamos os dois
um gemido bem alto e atingimos o orgasmo.
Leva-me de volta
a casa. Saio do carro e digo-lhe apenas:
- Fica bem!

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