Vinho do Porto
Por favor, entra
por aquela porta!
Entra, agarra-me
pelo rabo de cavalo, dá-me um beijo, só como tu sabes fazer.
Pica-me, implica
comigo, toca-me e deixa-me molhada.
Tira-me do sério,
provoca-me, deixa-me sem palavras, mas não com as tuas frases. Cala-me sim com
os teus beijos.
Leva-me para a
casa de banho e possuí-me ali mesmo, tens cinco minutos até que alguém nos
venha procurar.
Não, não venhas,
não entres, se entrares vou querer-te ali mesmo.
Vou querer
agarrar no teu pau e senti-lo teso, molhá-lo com a minha boca e chupá-lo.
Eu sei que
gostas, e eu gosto que gostes. Faço-o não pelo desejo que sinto por ti, mas
pelo prazer que me dás quando te vens. Não te queria só para chupar, a minha
fantasia vai mais além que isso.
Queria-te nu, de
olhos vendados e amarrado, de maneira a que não te conseguisses mexer e eu
pudesse fazer do teu corpo o que quisesse a ver se perdias a mania de pensares
que tens poder sobre mim, ali o poder era meu, o teu corpo era meu, quem tinha
o controlo era eu! Fazia de ti o que queria e vinhas-te só quando eu quisesse.
Imagina-te
sentado no banco de trás do carro... tens-me sentada em cima de ti... estou com
um vestido preto e umas meias transparentes.
Vendo-te os
olhos, tentas tocar-me, mas não de deixo.
Sentes as minhas
mãos a percorrerem o teu corpo, a nuca, o pescoço, os lábios, a barriga, ao de
leve toco no teu pau.
Rapidamente
sentes a minha boca na tua boca, no teu pescoço no teu peito.
No teu sexo as
minhas mãos para cima e para baixo... as mãos param no teu membro.
Devagarinho
acaricio-o.
Sinto que algo
duro se está a formar debaixo de mim.
Meto as mãos por
dentro das tuas calças e continuo a acariciar-te sinto a tua respiração acelerada.
Dispo-te.
Continuo com a
mão para cima e para baixo... Lentamente!!
Com a outra mão
acaricio-te os testículos.
Ficas mais
acelerado.
Gosto do que te
estou a provocar
Começo com as mãos,
para cima e para baixo, a aumentar a velocidade.
Sinto que te
estás para vir e paro.
Não gostas!
Aguardo um pouco
e recomeço os movimentos, para cima e para baixo.
Ajoelha-me e
passo a língua pela tua cabecinha.
Sentes a minha
língua às voltas por lá!!! Até que sentes a minha boca toda e de repente as mãos
a acompanharem os movimentos da boca.
Queres-te vir e
eu paro, outra vez.
Chego-me ao teu
ouvido e digo-te "Estou sem cuecas"
Tentas pôr lá as
tuas mãos, mas eu não te deixo.
Continuo a
acariciar-te com as mãos.
Queres-te vir uma
terceira vez e eu volto a parar.
Digo-te
"para te vires vais ter de passar pelas minhas meias".
E tu rasgas-me as
meias.
Deitas-me no
banco.
Ajoelhas-te e
sinto a tua língua.
Sentes-me a
contorcer-me debaixo de ti, enquanto solto pequeno gemidos.
Pões um dedo no
meu clítoris e começas a masturbar-me.
Sinto os teus
dedos e agora a tua língua.
Não aguento e
grito de prazer
Páras!
Levantas-te e
entras dentro de mim.
Para trás e para
a frente tão depressa que só consigo gemer.
Estás quase a
vir-te e mete-lo na minha boca.
Estás a gostar...
agora és tu que gritas de prazer e te vens dentro da minha boca.
Pensando em ti
desta maneira só me resta concordar e dizer que os homens são como o vinho do
Porto.

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