Na casa do vizinho


Mudei-me recentemente para um apartamento em Macau, só vim estudar. Decidi deixar a minha família e amigos para trás e vir atrás do meu sonho, fazer Erasmus. O curso sempre foi a minha prioridade e todos os que me conhecem sabem disso. Há quem não tenha aceite muito bem, mas eu não me vou prejudicar por causa dos outros. O que interessa é que agora estou aqui e preciso de aproveitar ao máximo tudo o que Macau me tem para oferecer.
Depois de algumas semanas a viver aqui, todos os dias, sempre que vou para o campus passo por um homem muito gato que mora no meu apartamento e, sempre que passo por ele penso “quero-o para mim. Um dia vou ter coragem”. Esse dia foi hoje, sexta-feira. Descobri o andar e o apartamento dele, de hoje não passa, não vou perder a oportunidade de conhecer o apartamento do meu vizinho por nada.
Agarro num pedaço de papel e escrevo “Olá, o meu nome é Alexandra! Moro no 216, sou nova aqui. Já te vi algumas vezes no elevador, e posso dizer-te que estou muito curiosa para conhecer o teu apartamento. Um beijo, da tua vizinha”. Deixei o bilhete debaixo da porta e fiquei à espera que a minha campainha tocasse. Fiz um chá, pus uma música bem sensual e sentia o meu coração a bater mais e mais a cada minuto que passava.
Será que tem namorada? Será que é casado? O medo da mulher dele poder bater à minha porta é enorme, mas… a adrenalina é uma coisa boa para caraças!
Estou de banho tomado à espera que aquela campainha toque. Desejo tanto aquele homem todo suado a comer-me até amanhã. Só de pensar já fico molhada. Só eu sei as vezes que me masturbei a pensar nele, não quero nem pensar que ele não vem.
Já passou uma hora desde que deixei o bilhete em casa dele e até agora nem sinal. O chá acabou. E as minhas amigas não param de mandar mensagem, têm tanta ou mais curiosidade que eu.
Levantei-me do sofá, desanimada, pronta para pegar nos livros para ir estudar quando, de repente, olho para a porta e vejo um papel no chão. Olá? O que é isto? Um teste?
O bilhete dizia: “Olá Alexandra, o meu nome é Pedro. Bom, eu até queria ir até ao teu apartamento, mas como tu demonstraste interesse em ver o meu, estou à tua espera. Beijos do teu Pedro”.
Fiquei uns minutos em choque, sem reação. Mas corri para o quarto, vesti uns calções uma t-shirt, algo muito simples para ser fácil de ele tirar. Em menos de 15 minutos estava à frente da porta dele. Respirei fundo, toquei à campainha e…
- Olá Pedro.
Ele apenas sorriu. Mas com um sorriso que é capaz de iluminar um dia nublado. Que homem meu Deus!
- Entra vizinha, vou mostrar-te o meu apartamento.
- Estava curiosa para saber se o teu apartamento é igual ao meu.
Sorrimos os dois. Entrei, ele fechou a porta e começou a mostrar-me a casa.
- Aqui é a cozinha, como podes ver sou bastante organizado. Adoro cozinhar, mas não durmo sem arrumar tudo primeiro.
- O que é que cozinhas?
- Adoro lombo. E tu?
- Adoro comer lombo… assado?
- De qualquer maneira e feitio.
Não consigo não estar uma pilha de nervos. Estou a jogar o jogo dele. Ele seduz-me tanto. E eu sinto-me muito quente, com muita tesão.
Chegámos ao quarto. A cama dele consegue ser maior que o meu apartamento todo. Mas também ele é enorme, espero que tudo seja enorme.
Olhei para ele apontei para a cama e disse:
- Deve ser bem confortável.
- Pode experimentar. Vou desligar o forno. Volto já, fica à vontade.
Ele saiu deixou a porta entreaberta. Despi-me e deitei-me no meio da cama dele toda nua. Nem acredito que tive coragem para fazer isto. Hoje quero fazer tudo o que tiver vontade.
Ele chegou. Trazia qualquer coisa nas mãos, mas ao ver-me parou, sorriu e deixou cair tudo. Ele estava de calções, sem camisola. Andou para perto da cama e ficou ali especado a olhar para mim.
- Alexandra, Alexandra… tens atitude ahn?
- No bilhete dizias “do teu pedro”, já que és meu, porque não aproveitar?
- Estás a deixar-me louco… adoro mulheres com atitude.
- Então anda!
Saltou para a cama e veio para cima de mim com tudo. Deu-me um beijo demorado, molhado e muito gostoso. As nossas bocas encaixaram perfeitamente. Beijou-me o pescoço, segurou-me os braços para cima e começou a lamber os meus peitos. Ele lambia e soprava. Era uma sensação maravilhosa. Foi descendo pela minha barriga, dava mordidas leves e pequenos beijos. Voltava para a boca e enquanto me beijava dizia o meu nome o chamava-me louca.
Quanto mais ele dizia o meu nome, mais excitada eu ficava e mais gemidos soltava. Desceu até ao meu sexo e foi aí mesmo que o mundo parou, chupou-me de uma forma que nunca ninguém o tinha feito. Massajava o meu clitóris com a língua enquanto metia os dedos dentro de mim. Os dedos dele saíram todos molhados, a escorrer mesmo. Lambeu os dedos e continuou a chupar-me. Eu apertava a cabeça dele contra mim e contorcia-me debaixo dele. Ele aumentou a velocidade e a pressão e eu vim-me.
Olhou para mim e deu-me um beijo enquanto tirava os calções. Não parava de me beijar e eu já sentia o pau dele bem duro.
Como disse ele é enorme e tudo nele é enorme.
Pegou em mim virou-me de barriga para baixo pôs-me de quatro e perguntou:
- É isto que queres?
- Usa e abusa!
Que fui eu dizer.
Ele agarrou na minha cintura. Passou o pau pelo meu sexo, eu estava completamente molhada, encharcada até e nesse instante que ele o enfiou todo no meu cu.
Estava anestesiada, mas só o queria sentir dentro de mim fosse de que maneira fosse.
Meteu outra vez, desta vez mais devagar e gemia comigo. Começou a comer-me forte e feio, segurava a minha cintura, puxava-me os cabelos e eu gemia cada vez mais alto.
Segurou-me na barriga e virou-me para cima dele. Além de habilidoso e gostoso, fode bem para caraças.
Fiquei de costas por cima dele. Rebolava o meu cu no pau dele ele gemia e eu não parava ia cada vez mais fundo e mais forte. Sentava-me e rebolava, estava com o meu corpo em brasa, nunca pensei em vir-me a fazer anal sem que me estimulassem o clítoris. De novo o meu orgasmo. Não demorou muito e ele veio-se também.
Tirou o preservativo e meteu outro. A sério? Será que aguento? Desta vez abracei-o, envolvi as minhas pernas à volta da cintura dele e comeu-me pela frente. O encaixe era perfeito. O que ele fazia era perfeito.
Até que horas ficámos naquilo? Não faço ideia. Só sei que hoje é domingo, ele saiu para comprar preservativos e eu só vim aqui dizer-vos que estou mais viva que nunca. XOXO

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